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Dez 08

Pegue uma vela branca, um copo d'água e uma imagem de Santo Antônio enrolada numa fita métrica.

Meça com a fita métrica a sua barriga, faça uma marca na fita com uma caneta, antes de enrolar a mesma na imagem do Santo.

Coloque tudo isso ao seus pés e deite-se no chão, de barriga para cima.

Toque então com as pontas dos dedos (da mão) nas pontas dos pés (que não devem se afastar do chão), dizendo bem alto:
 
 

'SANTO ANTÔNIO , ME TIRA ESSA BARRIGA!'


 

 

Repita isso 500 vezes por dia até chegar ao ponto desejado.

Você vai ver: é tiro e queda! 
 

publicado por meujaspe às 23:21
sinto-me: a morrer de rir!

Enviaram me isto e fiquei preplexa!

 

publicado por meujaspe às 23:13
sinto-me: Grrrr

As mulheres e os banheiros públicos
>
> Minha mãe ficava histérica com os banheiros públicos. Quando pequena,
> me levava ao banheiro, me ensinava a limpar a tampa do vaso com papel
> higiênico e a cobrir cuidadosamente, com tiras de papel em toda a
> borda. Finalmente me instruía:
>
> - "Nunca, nunca se sente em um banheiro público". Logo me mostrava "a
> posição" que consiste em se equilibrar sobre o vaso em uma posição
> de sentar sem que o corpo entre em contato com o vaso. Isso foi há
> muito tempo, mas ainda hoje em idade adulta, "a posição" é
> dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está quase
> estourando.
>
> Quando você tem que ir a um banheiro público, sempre encontra uma fila
> de mulheres que te faz pensar que as cuecas do Brad Pitt estão à venda
> pela metade do preço. E assim espera pacientemente e sorri amavelmente
> às outras mulheres que também estão discretamente cruzando as
> pernas.
>
> Finalmente é a sua vez, você olha cada cubículo por baixo da porta
> pra ver se não há pernas. Todos estão ocupados, mas finalmente uma
> porta se abre e você entra quase jogando a pessoa que está saindo.
> Você entra e percebe que o trinco não funciona, mas não importa...
> Pendura a bolsa no gancho que tem atrás da porta e, se não tem
> gancho, você a pendura no pescoço mesmo, enquanto se equilibra, sem
> contar que a alça da bolsa quase corta a sua nuca, porque está cheia
> de porcarias que você foi jogando dentro, das quais não usa a
> maioria, mas as tem aí, para o caso de "e se eu precisar?"
>
> Mas, voltando à porta... como não tinha trinco só lhe queda a opção
> de segurá-la com uma mão, enquanto com a outra você abaixa a calcinha
> e fica "na posição". Alívio... ahhhhhh... mais alívio, aí é quando
> suas pernas começam a relaxar e você adoraria sentar, mas não teve
> tempo de limpar o vaso e nem cobrir com papel, nessa hora você quase
> tem um treco de tão aliviada, e aí dá uma desequilibrada e erra a
> mira. Pronto, o suficiente pra ficar molhada até as meias, e é obvio
> que dá pra notar. Para afastar o pensamento dessa desgraça, você
> procura o rolo de papel higiênico ... maaaas... hehehe, o rolo tá
> vazio! E as suas pernas continuam querendo relaxar. Aí você lembra de
> um pedacinho de papel que tá na bolsa, meio usado porque você já
> limpou o nariz com ele, mas vai ter que servir, você amassa ele pra
> absorver o máximo possível, mas ele é muito pequeno.
>
> Alguém empurra a porta e, como o trinco não funciona, você recebe uma
> baita portada na cabeça e prontamente grita "tem genteeeeee" enquanto
> continua empurrando a porta com a mão livre, o pedacinho de papel que
> você tinha na mão cai exatamente em uma pequena poça que tinha no
> chão e você não sabe se é água ou xixi... De repente um
> desequilíbrio e você cai sentada no vaso. Se levanta rapidamente, mas
> já é tarde, seu traseiro já entrou em contato com todos os germes e
> formas de vida do vaso porque não o cobriu com papel higiênico, que
> de qualquer maneira não havia, mesmo se você tivesse tido tempo de
> fazer isso.
>
> Sem contar o golpe na cabeça, o quase corte na nuca pela alça da
> bolsa, a espirrada de xixi nas pernas e nas meias, que ainda estão
> molhadas... a lembrança de sua mãe que estaria terrivelmente
> envergonhada de você, porque o traseiro dela nunca sequer tocou o
> assento de um banheiro público, porque francamente, "você não sabe
> que tipo de doença poderia pegar ali".
>
> Mas a aventura, aliásm desventura ainda não terminou. Agora a descarga
> do banheiro, que tá tão desregulada que jorra água como se fosse uma
> fonte e manda tudo pro esgoto com tanta força que você tem que se
> segurar no porta-papel (quando tem) com medo de que aquele negócio te
> leve junto e te mande pra China. Até que finalmente você se rende,
> ensopada pela água que saiu da privada como uma fonte. Exausta, tenta
> se limpar com uns papeizinhos de chiclete Trident que estavam na bolsa
> e depois sai discretamente para a pia. Você não sabe muito bem como
> funcionam as torneiras automáticas também, e então dá uma
> limpadinha nas mãos com saliva mesmo e seca com toalha de papel. E sai
> passando pela fila de mulheres que ainda estão esperando com as pernas
> cruzadas e nesse momento você é incapaz de sorrir cortesmente.
>
> Uma alma caridosa no fim da fila te diz que você tá com um pedaço de
> papel higiênico do tamanho do rio Amazonas grudado no sapato. Você
> puxa o papel do sapato e joga na mão da mulher e lhe diz suavemente:
>
> - "Toma! Você vai precisar!".
>
> Nesse momento, seu namorado ou marido que usou o banheiro masculino e
> teve tempo de sobra pra ler "Guerra e Paz" enquanto esperava, te
> pergunta:
>
> - "Uch... porque demorou tanto meu amor?"
>
> É nessa hora que você sente a vontade de dar um chute no saco dele e
> mandá-lo pra PQP, mas se contém e apenas ri suavemente explicando a
> quantidade de mulheres na fila.
>
> Dedicado a todas as mulheres de todas as partes do mundo que já tiveram
> que usar um banheiro público. E, finalmente explica a vocês, homens,
> porque nós demoramos tanto.
>
> Desconheço a autora, mas fez me pensar...que vergonha! lol

publicado por meujaspe às 22:19
sinto-me: envergonhadaaa

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